“Aqui tinha Farmácia Popular”: cortes de Dilma deixam população de BH sem acesso a medicamentos com descontos
A proposta orçamentária para 2016 encaminhada para o Congresso prevê repasse zero para o programa
A população já está sendo penalizada pelos cortes no orçamento feitos pela presidente Dilma Rousseff, do PT, especialmente na área da saúde. A proposta orçamentária para 2016 encaminhada para o Congresso prevê repasse zero para o programa “Aqui Tem Farmácia Popular”. Com isso, o programa vai acabar em diversas cidades brasileiras, inclusive em Belo Horizonte, já que a capital mineira não possuiu nenhuma unidade própria do Programa.
Ao todo, o Farmácia Popular conta hoje com 34.514 estabelecimentos em 4.393 municípios, sendo 532 da rede própria e 33.982 da rede credenciada. Com o corte orçamentário, o número de unidades próprias dessas farmácias, que já é pequeno, deve minguar ainda mais em 2016. A previsão é de que não ultrapasse 460 postos de venda em todo o País.
“Foi uma medida necessária”, justifica a secretária executiva do Ministério da Saúde, Ana Paula Menezes. Enquanto isso, o país continua pagando um alto preço pela política econômica equivocada com que a presidente Dilma Rousseff conduz o Brasil desde 2011. O pior é que a petista se recusa a cortar despesas com a máquina pública, que há anos foi colocada à serviço de seu partido. Ou seja: corte para o PT deve ser só na carne da já sofrida sociedade brasileira.
Confira nos links a seguir reportagens sobre este tema publicadas nos seguintes jornais:
O ESTADO DE S. PAULO
Governo federal zera repasse para farmácia popular em 2016
Programa criado em 2006 permite a compra de medicamentos com desconto de até 90%; neste ano, verbas somam R$ 578 milhões
O TEMPO
Farmácia Popular será limitada
Proposta orçamentária enviada ao Congresso prevê repasse zero para rede credenciada em 2016
*Do portal do PSDB-MG